O que Malala trabalha para garantir que acontece?

O que Malala trabalha para garantir que acontece?

A ativista paquistanesa Malala Yousafzai, 23 anos, símbolo da luta pela educação e mais nova a ganhar um prêmio Nobel (no caso o da Paz), defendeu a importância do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) no Brasil.

Por que Malala foi indicada para o Prêmio Nobel?

Como o pai dela era dono de escola e também defendia a educação de meninas, Malala continuou estudando e começou a escrever um blog, utilizando um pseudônimo, detalhando sua vida sob o regime do Talibã. …

Qual era o motivo da luta de Malala?

A garota de origem paquistanesa foi a pessoa mais jovem a ganhar o Prêmio Nobel da Paz, quando tinha 17 anos, e virou símbolo da luta pela educação pelo mundo, em especial, pela luta pelos direitos das meninas de estudar.

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O que Malala defende e como ela faz isso?

Malala Yousafzai é uma ativista paquistanesa que luta pelos direitos das mulheres de estudarem. Malala Yousafzai é uma ativista paquistanesa que ficou internacionalmente conhecida por defender o direito das mulheres de terem acesso à educação.

Como Malala conseguiu o Prêmio Nobel da Paz?

Prêmio Nobel da Paz Na manhã de sexta-feira, no dia 10 de outubro de 2014, o comitê do Nobel anunciou oficialmente a entrega do prêmio à Malala “pela sua luta contra a supressão das crianças e jovens e pelo direito de todos à educação”, juntamente com o ativista indiano Kailash Satyarthi, de 60 anos.

Quais as ações que Malala empreendeu a tornaram conhecida?

É conhecida principalmente pela defesa dos direitos humanos das mulheres e do acesso à educação na sua região natal do vale do Swat na província de Khyber Pakhtunkhwa, no nordeste do Paquistão, onde os talibãs locais impedem as jovens de frequentar a escola.

Quais direitos Malala defende?

Malala é mundialmente reconhecida por defender o direito das meninas à educação. No ano de 2012, ela foi baleada e sobreviveu a um ataque do grupo Taleban por frequentar a escola. Em 2014, a paquistanesa também se tornou a mais jovem ganhadora de um Prêmio Nobel pela defesa ao direito da educação de meninas.

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